Gestão de Investimentos e Crescimento Econômico na Bahia
A Bahia já acumula investimentos de R$ 24,04 bilhões durante a gestão do governador Jerônimo Rodrigues, considerando os anos de 2023, 2024 e 2025. A média anual, que gira em torno de R$ 8 bilhões, posiciona-se como a mais alta em décadas, superando os índices das administrações anteriores, mesmo levando em conta a atualização monetária, conforme apontado pela Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-Ba).
Em uma análise comparativa, o total investido ao longo da última década, de 2015 a 2025, alcançou R$ 50,01 bilhões em valores históricos. “A atual gestão já havia estabelecido um recorde de investimentos nos primeiros dois anos e continua firme na missão de melhorar as condições de vida da população, alocando quantias significativas em todo o estado para tornar os serviços públicos cada vez mais eficientes”, destacou Manoel Vitório, secretário da Fazenda do Estado.
Entre as iniciativas promovidas pelo governo, destaca-se a ampliação da rede de hospitais e policlínicas, a construção de modernas escolas de tempo integral e a implementação de mais equipamentos de segurança. Além disso, o governo está investindo na infraestrutura, com obras em rodovias, sistemas hídricos, combate aos efeitos da seca, urbanização e mobilidade.
Bahia em Destaque nos Investimentos Nacionais
De maneira inédita, a Bahia alcançou a primeira posição em investimentos no Brasil nos primeiros oito meses de 2025, sendo superada apenas por São Paulo em termos absolutos. Quando analisados os números proporcionalmente, no entanto, o investimento baiano se torna ainda mais relevante, principalmente considerando que o governo paulista possui cinco vezes mais recursos à disposição para despesas anuais.
“O investimento gera uma injeção de recursos na economia, criando empregos e aumentando a renda. Além de reforçar a capacidade de prestação de serviços à população, melhorias na infraestrutura tornam a Bahia mais atrativa para investidores”, completou Manoel Vitório.
Redução da Dívida Pública
Em contraste com o aumento significativo dos investimentos, o endividamento do Estado apresentou uma redução na última década. A relação entre a dívida consolidada líquida e a receita corrente líquida era de 59,4% em 2015, encerrando 2025 em 37%. Apesar das recentes contratações de novas operações de crédito pelo governo, a dívida manteve uma trajetória de queda, totalizando R$ 34,7 bilhões em compromissos com credores internos e externos ao final do exercício, uma diminuição em relação aos R$ 35,3 bilhões ao fim de 2024.
Esta redução representa uma queda de 1,5% em termos nominais, ou seja, sem correção monetária, e uma diminuição de 6% ao considerar a inflação do período. Manoel Vitório enfatizou que esses dados, obtidos com base nos parâmetros da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), “são uma resposta concreta e definitiva a especulações que não levaram em conta fatores que sempre apontaram para a estabilidade da dívida estadual”.
Entre os elementos que contribuíram para a redução da dívida, mesmo com as novas operações de crédito, estão as constantes amortizações dos valores devidos, incluindo compromissos assumidos por administrações anteriores com instituições financeiras nacionais e internacionais. Em 2025, o Estado honrou um total de R$ 1,96 bilhão apenas em precatórios, que resultam de decisões judiciais.
Por fim, Vitório ressaltou que, dos R$ 24,04 bilhões investidos pela atual gestão desde 2023, apenas R$ 5,07 bilhões foram oriundos de operações de crédito, enquanto os recursos do caixa estadual financiaram a maior parte, cerca de R$ 18,97 bilhões.

