Convocação para uma nova gestão na Bahia
O União Brasil oficializou ACM Neto como candidato ao governo da Bahia em sua primeira convenção partidária para a disputa estadual. Com 47 anos, o candidato é advogado formado pela Universidade Federal da Bahia e acumula experiência em cargos públicos, incluindo três mandatos como deputado federal e dois como prefeito de Salvador.
Durante a convenção, Neto destacou a necessidade de “uma nova forma de pensar, agir e governar”, afirmando que a Bahia vive atualmente “um ambiente pesado, cercado de erros que acabam fantasiando a realidade”. A proposta do candidato é promover uma mudança que esteja alinhada à história e às expectativas do povo baiano.
Coligação e alianças estratégicas para as eleições
A candidatura de ACM Neto é apoiada pela federação “União Progressista”, composta pelo União Brasil e Progressistas (PP). Além disso, a coligação inclui as federações “PSDB-Cidadania” e “Renovação Solidária”, formada pelo PRD e Solidariedade, além dos partidos Republicanos, PL, Novo, Podemos e PMN. Essa ampla articulação política visa fortalecer a base eleitoral do candidato para o pleito.
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As convenções partidárias são os momentos em que os partidos definem oficialmente seus candidatos para as eleições, com prazo limite até 5 de agosto para a formalização das candidaturas.
Trajetória política de ACM Neto e impacto na Bahia
Natural de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto é neto do ex-governador e senador Antônio Carlos Magalhães (1927-2007). Antes de governar a capital baiana entre 2013 e 2020, Neto destacou-se como deputado federal mais votado da Bahia em três mandatos consecutivos e atuou em comissões relevantes, como a de Constituição e Justiça, além de participar da CPI dos Correios.
Durante a crise da pandemia de COVID-19, ACM Neto firmou uma parceria administrativa com o então governador Rui Costa para implementar medidas de combate ao vírus, demonstrando capacidade de articulação e gestão em momentos críticos.
Esta é a segunda vez que Neto concorre ao governo da Bahia, após ter sua candidatura também oficializada pelo União Brasil em 2022. Como vice-presidente nacional do União Brasil, partido resultante da fusão entre Democratas e PSL, ele mantém protagonismo político em âmbito estadual e nacional.

