Investigação e Expansão do Grupo Financeiro
A liquidação do Banco Pleno, sob a liderança do empresário Augusto “Guga” Lima, retorna ao foco as relações entre o sistema de crédito consignado e o governo da Bahia, especialmente durante a gestão petista. A conexão é cada vez mais relevante à medida que novas investigações se desenrolam.
De acordo com informações da Gazeta do Povo, Lima se tornou um ponto central de preocupação para o governo federal no contexto do Banco Master, especialmente devido à operação do Credcesta, um cartão de crédito consignado voltado para servidores públicos baianos.
A estruturação desse modelo teve início em 2018, durante a gestão de Rui Costa, atualmente ministro da Casa Civil. Em 2019, Lima trouxe o Credcesta para o Banco Master ao se associar a Daniel Vorcaro, através do então Banco Voiter, que posteriormente foi rebatizado como Banco Pleno.
Atualmente, a liquidação do Banco Pleno ocorre em meio a um cenário em que Lima enfrenta sete solicitações na CPI do INSS, que pedem seu depoimento e a quebra de sigilos fiscal e bancário. Essas solicitações estão pendentes de análise e prometem aprofundar ainda mais as investigações relacionadas ao caso na Bahia.

