Ministro Confirma Candidatura ao Senado
Rui Costa, atual ministro da Casa Civil, anunciou oficialmente que deixará seu cargo no dia 30 de março, com o objetivo de concorrer ao Senado Federal nas eleições de outubro. Durante um balanço sobre sua gestão na pasta, realizado nesta sexta-feira (20), ele expressou seu orgulho pelos resultados alcançados e afirmou que os números de sua administração superam em muito os registrados durante o governo anterior de Jair Bolsonaro (PL).
O ex-ministro se unirá à chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Bahia, que conta ainda com o atual governador, Jerônimo Rodrigues (PT), buscando a reeleição, além do senador Jaques Wagner (PT), que também almeja uma nova vaga na Casa Alta.
Em uma entrevista concedida à Rádio Jequié FM, Rui destacou a relevância de seu papel na coordenação das ações de diversos ministérios e a confiança depositada nele pelo presidente. “O ministério que eu ocupo, e meu último dia de trabalho é dia 30 deste mês, é um trabalho de coordenação. Isso implica um voto de confiança significativo, não apenas a mim, mas à Bahia e ao nosso grupo político”, declarou.
Balanço Positivo da Gestão
Ao se referir ao seu tempo à frente da Casa Civil, Rui Costa enfatizou sua satisfação em ter sido escolhido para essa função. “Eu concluo dia 30 muito orgulhoso do resultado que alcançamos”, afirmou, mencionando uma apresentação de resultados que fez a outros ministros durante uma reunião convocada por Lula na Granja do Torto, no final do ano passado.
O ministro também ressaltou a expressividade dos resultados obtidos em sua gestão. “Os números são ‘n’ vezes maiores. Alguns indicadores mostram uma execução de estradas quase 10 vezes superior e a construção de escolas e creches também cresceu significativamente. Os resultados são, sem dúvida, muito maiores do que os do governo passado”, garantiu.
Com a sua saída, Rui será sucedido pela atual secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior. Vale lembrar que o prazo para desincompatibilização para ministros que pretendem concorrer nas eleições de outubro termina no início de abril, ou seja, seis meses antes do primeiro turno.

