Fortalecimento da Saúde Pública na Capital Baiana
Os investimentos realizados pelo Governo do Estado na área da saúde têm proporcionado uma significativa ampliação da assistência à população baiana, assegurando acesso a atendimentos especializados. Desde 2023, a capital baiana já recebeu aproximadamente R$ 800 milhões destinados a melhorias e obras em diversas unidades de saúde.
Entre as instituições que têm sido fundamentais nesse novo cenário, destaca-se o Hospital Ortopédico da Bahia, que se tornou uma referência nacional e já ultrapassou a marca de 20 mil cirurgias realizadas. Outro marco é o Hospital Mont Serrat, o primeiro hospital público estadual do Brasil voltado para cuidados paliativos, que oferece acolhimento digno àqueles que mais necessitam. O Hospital 2 de Julho também é um dos pilares, contando com cerca de 100 leitos de UTI disponíveis.
No âmbito da modernização, o Governo do Estado promoveu melhorias significativas no Hospital Octávio Mangabeira e ampliou o Hospital da Mulher. Além disso, está em andamento a expansão de estruturas essenciais, como o Hospital Geral do Estado (HGE) e o Centro Estadual de Oncologia (CICAN), ambos vitais para o atendimento a casos graves, como traumas e câncer.
Avanços na Regulação de Atendimento
Os investimentos impactam diretamente na Regulação Estadual de Saúde. Em 2022, menos da metade dos pacientes conseguia uma vaga em até 24 horas. Atualmente, esse número saltou para 71%. Diariamente, entre 800 e 900 pacientes são retirados da fila de espera. A secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, destaca: “Este é um trabalho diário, silencioso e contínuo para reduzir o tempo de espera de quem precisa”.
O conjunto dessas iniciativas reflete o comprometimento do Governo do Estado em fortalecer a rede pública de saúde na capital, especialmente em áreas estratégicas que envolvem média e alta complexidade. Santana comenta: “Sabemos que ainda há muito a avançar, especialmente apoiando os municípios, fortalecendo a atenção básica e melhorando o funcionamento dos hospitais de pequeno porte. Agora, é preciso dizer com clareza: Salvador só consegue sustentar o funcionamento da sua rede de saúde porque o Governo do Estado está presente”.

