Crescimento consistente no Aeroporto de Salvador
O Salvador Bahia Airport, integrante da vinci airports, registrou uma alta significativa no terceiro trimestre de 2026. Entre julho e setembro, o terminal atendeu mais de 2,141 milhões de passageiros, crescendo 4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse desempenho mantém o ritmo de expansão que vem impulsionando o aeroporto como um dos principais hubs da região.
No acumulado do ano, de janeiro a setembro, o aeroporto contabilizou 6,404 milhões de passageiros, o que representa um aumento de 8,8% frente aos primeiros nove meses de 2025. O movimento comercial também acompanhou essa tendência, com 15.591 pousos e decolagens no trimestre — alta de 6,9% — e 46.049 operações no acumulado anual, crescimento de 8,4%.
Impacto econômico e turístico para a Bahia
Esses resultados reforçam a importância do aeroporto para a economia local, conectando destinos turísticos e de negócios. O aumento no fluxo de passageiros e operações contribui diretamente para o desenvolvimento do turismo e para a geração de empregos na Bahia, além de estimular outros setores ligados à atividade aeroportuária.
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Desempenho global da VINCI Airports
Apesar da queda de 0,6% no tráfego global de passageiros da VINCI Airports no terceiro trimestre de 2026, com 93,5 milhões de usuários, a rede demonstra resiliência. Desafios como tensões geopolíticas na Ásia e o aumento dos preços do querosene impactaram alguns mercados, mas aeroportos na Europa e América Latina mantiveram crescimento.
Em Budapeste, o tráfego cresceu 12% no verão, impulsionado pela expansão da Wizz Air e Ryanair. Belgrado se destacou nas rotas para a Europa Ocidental, enquanto Edimburgo ampliou a oferta para destinos mediterrâneos. Portugal também registrou avanços, com o Porto e Faro crescendo 7,1% e 3,7%, respectivamente.
Na América Latina, o México viu crescimento nos voos domésticos regionais, e a República Dominicana ampliou conexões com a Espanha e demais destinos do Caribe. Cabo Verde também aumentou o fluxo devido à ampliação das conexões europeias.
Por outro lado, aeroportos japoneses da rede sofreram queda de 8,8% no tráfego, afetados por tensões com a China. O Camboja e Santiago, no Chile, enfrentaram retrações devido à redução da demanda chinesa, tailandesa e ao aumento dos preços dos combustíveis, além de ajustes sazonais na oferta de voos.

